Próximo lançamento

 Pois é!

Fiz uma musica hoje e acho que ta legal pra caramba.
To no processo de mixar ainda, mas já ta ficando bem arrumadinho.

Eu tava ouvindo muito 14 Iced Bears, eu acho Inside uma música maravilhosa e me inspirou nessa aqui.

Acho que sai até o meio do mes que vem, pois tem o processo do upload nas plataformas.

Até lá!

Amador

 Bom, eu comecei a planejar o disco.

Tem por agora 13 músicas compostas, 3 com letras a fazer.
Mas todas estão em fase de demo, vamos dizer assim.

Eu nunca soube fazer uma mix direito, muito menos masterizar. Mas eu ando estudando bastante a respeito e acredito que vou conseguir deixar bem bacana a sonoridade. Ainda lofi, porque gravado em casa, mas com mais potência quando o processo estiver mais avançado.

Ainda tem overdubs pra fazer, gravar as vozes finais, todas as mixes por fazer. Tem chão ainda, então acredito que demore alguns bons meses.
Segundo semestre de 2024, talvez?
Acho que até meu aniversário sai.

E eu só to fazendo isso por mim.
80% das musicas eu compus sobre a mesma pessoa, influenciado pelo que aconteceu com a gente.

Repito, infinito
E hoje eu sei que eu errei
No fim eu te amei
Mas desleal foi a ilusão que eu criei

Como disse Thom York: "Não venha com grandes ideias, elas não vão acontecer".
Espero que você goste, C.

Próximo passos

 Ando pensando seriamente em produzir o primeiro disco do Granito Rosa.
O tema eu até tenho uma ideia. Não sei como amarrar ainda.

Já tenho algumas musicas escritas que são sobre a mesma coisa.
Essas são do meu coração partido.

Mas isso é só uma ideia.
To gestando como executar isso.

E depois é o depois.

Redes

 Eu esgotei.

Não é saudavel ficar insistindo em coisa que não funciona. E me divulgar no instagram não funciona. Eu joguei a toalha. Uma grande perda de tempo, me deixa ansioso e a parada não vai crescer por um bom tempo.

Eu estou frustrado. Bastante frustrado.

Eu to cansado. Bastante cansado.

Ninguém vai ler aqui também, então tanto faz.
To cansado de abrir o instagram e ver a pessoa que foi abusiva comigo em um monte de role, tocando com uma galera que eu queria poder ter ido ver mas a pessoa não só ia estar lá como ia tocar.
Não quero frequentar o mesmo ambiente que essa pessoa.
Não quero sequer ser lembrado da existencia.
Mas no instagram tem sido impossivel por diversos motivos.
Se fosse só comigo eu acharia que era eu, mas depois de saber de diversos outros abusos, aí não dá.
E tá lá, primeira página das bandas relacionadas no meu spotify.
Inferno.
E eu não sei tirar de lá.
Só se as pessoas não me ouvissem junto com esse projeto dessa pessoa oportunista e vil, mas não tem muito o que fazer a não ser ter raiva.
(Se você tiver lendo isso um dia, saiba que isso ainda vai voltar pra você, e nem vai ser por mim mas como consequência das tuas atitudes escrotas)

E daí junta que não teve repercussão nenhuma nos sons.
Pra que serve se divulgar?
Tem que ficar com o nariz de palhaço, jogando faca pro alto enquanto cospe fogo em cima de um slackline pra ninguém nem ver.
Aí, meu camarada, prefiro aprender coisas uteis.

Eu fiz o site justamente pra poder ser uma parada pré redes sociais. Eu não tenho porque ficar lá gritando pra ninguém na rede dos outros. Aqui ninguém vê mas já era o esperado. Tem até mais trafego do que eu imaginei que teria.

Então segue a programação aqui. Vou terminar de contar sobre as que já saíram e até lá não tem som novo mesmo, então foda-se. To aprendendo melhor como me produzir e isso leva tempo. Até lá, melhor um passo pra trás do que um pra frente e ser empurrado 10 pra tras.

Tetraminós

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Tetráminos é uma música positiva, pra variar. Trata de ser pintado de algo que não se é. Mas a verdade é mais forte e ela não dá pra disfarçar. Vem como os tetraminós num jogo de tetris pra limpar aquilo que está acumulado.
Pelo menos é isso que eu queria dizer. É a minha música mais ouvida e a que mais recebi feedback positivo. Gosto muito do riff.
Eu sei que a capa é um tanto quanto brega? Mas representa muito. Os tetraminós, o joguinho que todo mundo ja viu na feira e/ou ja teve um. Só que quis dar um grau e ele ser de granito rosa.

Aqui eu já tava usando a fonte, desde bagagem mas não falei nada dela. Acho um tanto quanto "gótica" e bem 8bit. Me representa.

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E engraçado que não tenho muito mais o que dizer sobre esse som. É um dos que ficou represado e saiu um bom tempo depois de ter gravado porque não conseguia cantar minhas músicas. Já é uma evolução no meu canto e que só vai melhorando com o treino e tempo.

É o som que mais me deixou feliz com o resultado. Gosto bastante.

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Diálogo



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Diálogo. Uma música que saiu de um trauma pra alguém que não merecia sequer menção. Mas foi a minha forma de vomitar esse veneno que me foi injetado. Eu quis fazer história. Continuo querendo. Mas minha história não vai ter mentira nem manipulação de ninguém.
Da minha biografia (de flores mortas), restou a cautela.

É uma carta de ódio pra alguém que não merecia que eu ficasse do jeito que fiquei. Foi muito traumático por conta das minhas próprias condições. Mesmo que aqui seja meu blog sobre o que escrevi, não vou dizer muito mais sobre o que se trata a música. Se a pessoa ouviu, honestamente não importa. Não é pra pessoa, é um registro histórico.

O triste pra mim é que é uma música bonita. Queria ter tido outra letra pra ela, mas ela nasceu assim, já rasgada.

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Foi o primeiro clipe que eu filmei coisas. Gravei numa sony handycam durante alguns meses, são varias filmagens de dias diferentes. É minha vida naquele momento. Acho que transmite muito bem o clima da música. Acho que fiz uns cortes bem bacanas e tem uma linguagem legal. Só é de baixo orçamento, eu, uma camera na mão e sem muita ideia na cabeça.
Mas foi divertido fazer. Queria fazer outros mas pra isso preciso de ideias (e de ajuda,rs).

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E a lição que eu quero deixar é:
Nem tudo o que brilha é ouro.
Cuidado com o canto da sereia.
Eu fui um dos.



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Bagagem EP

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Bagagem é mais uma desova de sons que estavam parados na maquina. Na época eu tinha dado uma esfriada no projeto, estava com outras coisas que culminam em Diálogo, mas queria retomar. Acho que minha voz não tá legal, mas é o que eu conseguia na época e a urgência foi mais forte. Não é dos melhores trampos, mas tem coisas que eu um dia vou retrabalhar provavelmente. Eu gosto muito de Deságua.


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Chama-se Bagagem pois são as minhas bagagens expostas. Continuo carregando algumas, outras ficaram pra tras. Foi um trabalho só com synths, havia composto antes de voltar com as guitarras. Talvez eu não volte a fazer nada só com synth, pelo menos por um tempo.

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Graça




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Graça trata de empoderamento, de certa forma. Todo mundo tem defeito, mas evoluir parte de cada um. É num sentido individualista, mas mais numa questão interior do que sobre as exteriores. Viver em estado pleno.

E em especial é viver a verdade de dentro que eu queria colocar pra fora.

Ainda estamos na luta.

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A capa tem uma história interessante, pois dialoga com meu passado musical e o meu trabalho oficial de editor de vídeo. Em 2014 eu comecei um projeto de vaporwave, mais no estilo de recorta e muda velocidade de som do q só musica de elevador, focado em musicas brasileiras. O frame é de um desses projetos que eu fiz como Lacrouste (não abra no trabalho!), extraído de um video do Furacão 2000 em alguma emissora de tv, ao som de Cacau - Flores. Com o detalhe de que eu projetei na parede e tirei a foto. Pra quem é guerreiro, o frame tá mais ou menos aos 53:03.

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Essa é mais pós punk, o resquício eterno de Gang Of Four na minha formação musical. Mas tem os tambores, que eu gosto bastante como ficaram nesse som. Sempre foi uma coisa notavel pra mim dentro do estilo, apesar de entender de onde veio e como foi apropriado posteriormente pela industria. Mas enfim.

É uma das minhas favoritas porque diz muito pra mim, não sei pra vocês.
É o primeiro som de facto do Granito Rosa com esse nome. Como comentei anteriormente, o nome seria só Granito, mas já existiam artistas com esse nome e era muito genérico. Mas olha nas postagens anteriores que eu conto isso direito.


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Estátuas




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Estátuas é meio synthpunk das ideias. É um resquício da fagulha inicial do Granito Rosa, onde eu tava pensando em fazer uma parada mais synth, mais Black Marble. Acho que minha voz aqui ainda não tava tão boa. Mas gosto muito dos synths e da sonoridade dessa música

O clipe eu fiz todo com material de stock, foi divertido o processo. Pra quem não sabe, sou editor de vídeo na minha vida profissional! E acho também que já evolui bastante de lá pra cá, em todos os aspectos.

A letra fala sobre meus sentimentos na época, tentando me encontrar no meio da selva de concreto. As estátuas que eu vejo quando ando pelo bairro me fazem pensar. Apesar de já fazer 2 anos, inda to meio perdido, mas é o processo.

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Sindemia EP





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Sindemia sai pós CPI da Covid no senado. Período histórico brasileiro, centenas de milhares de mortos.
Nessa época eu estava em casa o dia todo, pois meu trabalho havia passado a ser remoto.
Assisti praticamente a CPI toda.

Eu tava ouvindo muito punk também. Bastante Ratos. Bastante Cólera. Tava remergulhando nesses sons.
Só que nesse trabalho eu fui no punk pra buscar a raiz do pós punk. É bem influenciado por Gang of Four também, mas eu só cheguei nessa sonoridade por conta do punk.

O tema é exposição do que rolou por aqui mesmo. Diante da doença, médicos oportunistas placebo e veneno distribuiram. E aconteceu.
A capa eu fui buscar imagens da gripe "espanhola" daqui do Brasil. Pelo menos é o que o google disse em alguns casos, outros eu sei pq peguei de jornal.

Sindemia é quando uma doença se espalha por conta de contexto social. Só ver o que aconteceu em Manaus.

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Foi um retrato do que eu vi relatado numa CPI do congresso brasileiro.

Meus sentimentos pra todos que perderam alguém por causa dessa doença e do descaso do poder público diante do problema.

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Granito Rosa faz música triste pra gente que quer ser feliz.
Artesanato lofi feito no Brasil.

contato@granitorosa.com.br
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Granito Rosa 2023. Tecnologia do Blogger.